Sindicato convoca bancários para Assembleia Geral Extraordinária dia 6 de junho

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários em Caxias do Sul e Região convoca todos os bancários, empregados em empresas do ramo financeiro, dos municípios de sua base de atuação para Assembleia Extraordinária que será realizada dia 06 de junho de 2019, quinta-feira, em primeira convocação às 17h30min e em segunda convocação às 18h, no Auditório do Sindicato, localizado a Rua Borges de Medeiros, 676, Centro, Caxias do Sul, para discussão e aprovação da participação da entidade na Greve Geral contra a Reforma da Previdência, no dia 14 de junho.

O edital de convocação foi publicado no dia 31 de maio, no Jornal Correio do Povo, em conjunto com os demais sindicatos de bancários de outras regiões do RS, pela Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do RS.

Emir Sader vem a Caxias para curso de formação política sobre o século XXI

O Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região promove no próximo dia 14 de maio, um curso sintético de formação política contemporânea, ministrado pelo jornalista e sociólogo Emir Sader. O módulo de Formação Política Sobre o Século XXI tem o apoio do o Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul (SindiServ) irá abordar três temas que seguem:

1. O Mundo no Século XXI

a. Situação do capitalismo no século XXI

b. América Latina no século XXI

c. Guerra hibrida como nova estratégia da direita

 

2. Brasil no século XXI

a. Neoliberalismo no Brasil do século XXI

b. Governos anti neoliberais

c. Restauração neoliberal

 

3. Situação atual e perspectivas do Brasil

a. O golpe de 2016

b. O processo contra o Lula

c. A eleição de 2018

d. O novo governo

e. Novas formas de luta do movimento popular

 

O curso será realizado no auditório da sede social do Sindicato dos Bancários, sito à Rua Borges de Medeiros, 675, Centro. O encontro inicia às 9h e segue até  às 12h e à tarde, das 13h30 às 17h.

A participação é gratuita e aberta ao público em geral, mas as vagas são limitadas a 150 participantes. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (54) 3223.2166.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Seeb Caxias do Sul e Região

Foto: Marlei Ferreira/ Mtb 8542

O número de ataques a agências bancárias, correspondentes bancários, correios e lotéricas subiu 3% em 2018

Foram registrados 3388 ataques a agências bancárias, correspondentes bancários, correios e lotéricas em 2018, um crescimento de 3%, na comparação com o ano anterior, que teve 3290 ocorrências. Os dados são da nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, realizada pela subsecção do Dieese na Contraf-CUT.

O Rio de Janeiro permanece como o estado com o maior número de ocorrências (1044), a frente de São Paulo (416), Minas Gerais (293), Rio Grande do Sul (213) e Paraíba (196). O estudo reúne números recolhidos pela Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (Contrasp), por Secretarias de Segurança Públicas dos Estados e por Sindicatos da base da Contraf-CUT.

O número de vítimas fatais também subiu, de 31 para 38, um aumento de 22,6%. Destas, 14 se deram em assaltos a bancos. “O mais preocupante e inadmissível são os dados crescentes de vítimas fatais destes ataques. Tragédias que poderiam terem sido evitadas. Esperamos que estes dados sensibilizem a Fenaban para avançarmos em nossa pauta de reivindicações de segurança bancária”, afirmou Elias Jordão, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança da Contraf-CUT, ao lembrar que a pesquisa será um dos temas da pauta da Mesa de Segurança Bancária, realizada na tarde desta terça-feira (23), em São Paulo, entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Para ele, a pesquisa traz a certeza de que onde houve alguma redução de incidentes de ataques aos bancos foram onde os mecanismos de segurança que negociamos até hoje foram implementados. “O que nos preocupa também é o crescimento de ataques no comparativo 2017/2018 principalmente nos correspondentes, nas lotéricas e correios, que demonstra que transação bancária segura só acontece dentro das agências bancárias”. Em correspondentes bancários, correios e lotéricas o número de ataques subiu de 515, em 2017, para 577, em 2018, variação de 12%. Arrombamentos e explosões é a modalidade que lidera o ranking, com 1579, a frente de saidinhas bancárias, com 1033, assaltos e tentativas, com 659, e ataques a carros-fortes, com 117.

Fonte: Contraf-CUT

Relatório anual da Cassi 2018 é aprovado

O Relatório Anual da Cassi de 2018 foi aprovado pelos associados da CASSI em votação que aconteceu de 12 a 18/04.

Do total de votantes, 34.165 votaram SIM e 17.602 votaram pela rejeição. Houve ainda 8.317 que votaram em branco e 10.452 que votaram nulo.
A apreciação das contas da Cassi pelo Corpo Social é uma conquista histórica dos associados e a Contraf-CUT orientou bancários e sindicatos a votaram pela aprovação.
Para Wagner Nascimento, que coordena a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, a aprovação do Relatório Anual pelos associados demonstra que há um entendimento do momento que a Cassi atravessa, que está relatado fielmente nas contas apresentadas. “A situação financeira é crítica, mas conseguimos negociar uma proposta para dar uma injeção de recursos da parte do BB e dos associados de forma a recuperar as Finanças da Cassi. Agora, é debater a proposta de sustentabilidade e garantir a perenidade de Cassi para os associados da ativa e aposentados”, disse.

Fonte: Contraf-CUT

Votação do relatório anual da Cassi termina nesta quinta-feira (18)

A maioria dos associados ainda não votou, mas ainda é possível exercer este direito até o final deste dia 18

O Relatório Anual da Cassi de 2018 foi aprovado por unanimidade pelos diretores e conselheiros deliberativos da entidade, com parecer favorável unânime do Conselho Fiscal.

A Contraf-CUT, sindicatos e entidades associativas defendem a aprovação do relatório, por entenderem que espelham a realidade das contas da Cassi. A íntegra do relatório está disponível no site da Cassi.

Para João Fukunaga, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, “chama a atenção o fato de conselheiros e diretores eleitos não terem se manifestado publicamente sobre o relatório, apesar de já o terem aprovado formalmente nos órgãos colegiados estatutários. O silêncio dos responsáveis pela gestão da Cassi é incompreensível, sobretudo em face das dificuldades vividas pelo plano de saúde.”

A Cassi fechou o ano com déficit de R$ 351 milhões no Plano Associados, que poderia ter sido maior se o banco não tivesse aportado R$ 323 milhões a título de antecipação das contribuições patronais sobre o 13º salário de quatro exercícios futuros. Com a participação dos diretores eleitos, as entidades sindicais e associativas negociaram com o banco um acordo para equilibrar a situação financeira, a ser levado à deliberação dos associados depois da votação do relatório anual.

“É preciso concluir a votação do relatório para poder deliberar sobre as alterações estatutárias. O silêncio, neste momento, reforça a intenção daqueles que apostam no caos para colocar em risco a sobrevivência do plano de saúde dos funcionários do BB. Há setores da direção do banco e do governo que desejam destruir a Cassi e eliminar a participação dos associados na gestão, pois seu objetivo final é entregar a saúde dos funcionários aos planos privados”, comenta Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que coordenou a mesa de negociação da Cassi.

Fonte: Contraf-CUT

Governo quer começar privatizações pela Caixa

A privatização da Caixa já começou. O alerta que o movimento sindical faz há meses ficou claro nos primeiros 100 dias do da gestão do presidente Jair Bolsonaro. Após capitanear a primeira operação de privatização com a venda das ações do ressegurador IRB Brasil Re detidas por um fundo governamental, a Caixa já engatilhou a segunda operação. Desta vez, o alvo é a participação na Petrobrás, a partir dos papéis detidos pelo FI-FGTS. A ideia é esvaziar os fundos governamentais, um por um, para enfraquecer o banco. Na semana passada, a instituição contratou quatro instituições, além da própria Caixa, para coordenar a operação.

“Não podemos aceitar o que estão fazendo com a Caixa. Eles querem reduzir essa instituição pública que o banco mais sólido do nosso país. A Caixa tem que se manter 100% pública e buscar sempre o crescimento para construir o desenvolvimento do Brasil”, afirmou Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.

Outros ativos estão com os dias contados segundo a direção do banco, como a área de seguros, loterias, operação de cartões, imóveis e agências.

O leilão da raspadinha, previsto para ocorrer em 26 de março, foi remarcado para 26 de abril. É a quarta vez que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) adia o certame. Os sindicatos e empregados do país todos devem fazer reuniões e atividades com a população falando da importância da Caixa. “Só a luta pode defender as empresas públicas a Caixa, o BNDES, o BB e os direitos que esse governo tenta arrancar e entregar aos banqueiros”, finalizou Dionísio.

Fonte: Contraf-CUT